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Insônia: como o sono interfere na sua saúde física e mental

  • Foto do escritor: Sheila Hauck
    Sheila Hauck
  • 11 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

A insônia é muito mais do que ter dificuldade para dormir, ela pode se manifestar como a incapacidade de adormecer, acordar frequentemente durante a noite ou a sensação de acordar cedo demais sem conseguir voltar a dormir. Embora muitas pessoas tratem o problema como algo simples ou passageiro, a insônia é um distúrbio que afeta profundamente o funcionamento do corpo e da mente, comprometendo energia, concentração, humor e até a qualidade das relações. O sono é um dos pilares essenciais da saúde, e quando ele falha, todo o organismo sente o impacto.


Principais sintomas:

Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, mas alguns são bastante comuns:

  • Demorar mais de 30 minutos para adormecer

  • Acordar várias vezes durante a noite

  • Acordar antes do horário e não conseguir voltar a dormir

  • Sensação de sono leve e não reparador

  • Cansaço, sonolência, dificuldade de concentração

  • Irritabilidade e oscilações de humor


Principais causas da insônia:

  • Fatores estressores: pressão no trabalho, perdas, conflitos, dificuldades financeiras...

  • Ansiedade e depressão: dois dos fatores mais frequentemente associados à insônia.

  • Hábitos de sono irregulares: rotina desorganizada, uso de telas à noite, cafeína em excesso ou cochilos longos ao longo do dia.

  • Problemas de saúde: hipertensão, diabetes, distúrbios da tireoide, doenças respiratórias...

  • Apneia do sono: Muito subdiagnosticada, provoca pausas respiratórias, ronco intenso e sonolência diurna, além de aumentar riscos como hipertensão, impotência e prejuízos cognitivos.

  • Medicamentos: Alguns remédios possuem efeitos colaterais que atrapalham o sono.

  • Cafeína e álcool: O uso excessivo, principalmente à noite, interfere na capacidade de dormir bem.


Diagnóstico e tratamento:

Identificar a causa é essencial para direcionar o tratamento. Mudanças comportamentais, higiene do sono, redução de estímulos, ajuste de rotina e técnicas de relaxamento geralmente ajudam muito.


Em casos persistentes, o acompanhamento médico é fundamental para avaliar causas emocionais, hormonais ou respiratórias, e indicar o tratamento adequado, que pode incluir terapia, manejo de ansiedade ou investigação de distúrbios como a apneia.


A insônia tem tratamento e não precisa ser “normalizada”. Se o seu sono tem sido um desafio constante, buscar ajuda é o primeiro passo para recuperar sua qualidade de vida.

 
 
 

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